Sabemos que às vezes determinados conteúdos são difíceis de serem compreendidos, pensando nesta premissa, criamos o MotivaJogos. Essa publicação iniciará uma série de publicações que comporá diversas outras disciplinas, explicando de forma rápida e concisa, alguns conteúdos a partir de alguns jogos. Você está pronto? Vamos lá!
Nesta publicação trabalharemos a Língua Portuguesa, tão importante quanto as outras matérias, sendo a campeã de grandes erros em provas, porém, se você se dedicar você não fará parte da porcentagem que comete os grandes erros, mas, sim, daquela que faz os grandes acertos.
Trabalharemos hoje os Termos Integrantes da Oração. Assim, para compreender melhor, devemos lembrar que a sintaxe é o estudo das normas que regem a construção de frases nas línguas naturais, já a análise SINTÁTICA é a parte da gramática que estuda a ESTRUTURA, a função e a ligação de cada elemento que forma um período (as orações). As ORAÇÕES são formadas pelos termos ESSENCIAIS (sujeito e predicado) e pelos INTEGRANTES. Vamos conhecê-los?
Termos Integrantes da Oração
Objeto DIRETO (OD)
É o termo que COMPLETA
o sentido de um verbo transitivo direto (VTD).
Ex.: Comprei
um abacaxi. (Comprei o quê?)
Coloquei-o
na mesa.
Ela pegou da agulha.
(Objeto direto preposicionado)
*Observe que neste
caso, o verbo não exige a PREPOSIÇÃO “de”. Assim, ele é transitivo
direto (VTD).
PLEONÁSTICO: ocorre pela repetição do
objeto direto
Ex.: Sua
mãe, ninguém a viu.
INTERNO ou cognato do mesmo campo SEMÂNTICO
ou linguístico do verbo, que em condições NORMAIS é intransitivo.
Ex.: Tu vives
uma vida sossegada.
Objeto
INDIRETO
É o complemento de
um VERBO transitivo indireto (VTI), composto por uma preposição)
De olho na dica:
Principais preposições → a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em,
entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás.
Ex.: Todos
precisam de amor.
Refiro-me a
ele.
O objeto direto
também pode ser pleonástico.
Ex.: Ao
colega, não lhe diga isto.
Abaixo temos um dominó para você inserir o as palavras em destaque no texto, respeitando os cruzamentos do diagrama
ELEMENTO SEM RELAÇÃO COM O VERBO
Agora que já aprendemos sobre o objeto direto (OD) e indireto (OI), devemos aprender que há outros elementos classificados como integrantes. Um deles é o termo preposicionado, este irá complementar o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio.
Ex.: Tenho medo das provas. (Medo de quê?)
Estava certo da aprovação. (Certo de quê?)
Agiu contrariamente a meus interesses. (Contrariamente a quê?)
Para resolver este crucigrama criptografado, você deve saber que: para letras iguais, símbolos iguais. Resolvido o jogo, surgirá nas casas em destaque o nome do termo integrante que estamos estudando agora. Boa sorte e vamos lá!
Agora que já vimos alguns elementos integrantes das orações, falta você descobrir mais um. Esse último corresponde ao sujeito da voz ativa e sempre vem introduzido pelas preposições POR (PELO e PELA) ou DE. Veja um exemplo:
Ex.: A música foi cantada pela mãe.
Logo abaixo, temos um caça-palavras. Nele sobrarão algumas letras que não serão utilizadas, elas formarão a resposta da seguinte pergunta:
Qual é o quarto termo integrante da análise sintática que se transforma em sujeito da voz ativa quando mudamos a voz do verbo?
.
Esperamos
que tenham gostado da nossa primeira postagem inaugural do MotivaJogos!
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Não perca
os próximos desafios!
#motivaqueavagavem
Dayane Ribeiro da Silva
Graduada
em Letras Português/Espanhol.
Graduanda
em Direito.
A nossa Equipe analisou os temas mais recorrentes nos últimos anos e mostra a você como se preparar.
Os temas mais recorrentes de Matemática dos últimos anos foram:
Funções;
Cálculo, área; volume e perímetros;
Seno, cosseno e tangente;
Probabilidade;
Análise combinatória;
Progressão aritmética e geometria.
Geralmente, a prova de Matemática é uma das mais temidas pelos candidatos do Enem, pois esta possui 45 questões de todo o conteúdo do nível fundamental e médio. Contudo, assim como todas as provas de concursos, as questões possuem vários níveis de dificuldade, de forma que as questões mais complexas são mais raras.
Para essa prova você deve estar acostumado com a leitura de gráficos, esquemas, tabelas e infogramas, os quais devem ser analisados com muita cautela para que nenhum dado seja interpretado de forma equivocada, visto que durante a resolução das questões apenas a interpretação não é suficiente, sendo necessário atrelar a teoria/técnica com a interpretação.
Ao analisarmos a prova, percebemos que nas disciplinas específicas, especialmente em Matemática, os conteúdos não são tão complicados quanto imaginamos. Podemos dizer que a maioria das questões abordam os conteúdos do final no Ensino Fundamental (nono ano) e o início do Ensino Médio (primeiro ano) e que as exceções das questões difíceis se aplicam a conteúdos quase nunca abordados, mas que às vezes são cobrados. Um exemplo disso são as questões sobre logaritmo que já foram cobradas, porém de todas as edições do Enem estas apareceram pouquíssimas vezes, ou seja: foi uma exceção.
Abaixo vamos trabalhar os temas que indicamos de alta probabilidade de serem cobrados em sua prova, exemplificando com uma questão e com a resolução dela. Confira:
Funções de 1° e 2° graus
Como todas as questões do Enem, as de Matemática não fogem do padrão, estas também aparecerão contextualizadas com as mais variadas abordagens. Abaixo, a expressão f(x), a qual indica a função, já aparece explicitamente na questão, sem exigir que o aluno faça maiores esforços para decifrar qual operação será usada para solucionar o problema. Contudo, esse tipo de questão não é comum aparecer sempre. Normalmente, o exercício apresenta uma situação em que o uso da função será necessário, mas não expõe logo de cara o f(x) para que o aluno possa identificar qual o tipo de operação deverá ser usada.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, resolução comentada abaixo:
→ Essa questão cai no descobrimento do vértice da parábola, que pode ser encontrado por uma das fórmulas abaixo:
Onde Xv é a coordenada X do vértice.
Onde Yv é a coordenada Y do vértice.
→ Pelo gráfico exposto na questão vemos que a coordenada Y do vértice é 0 (zero). Então, isso significa que devemos usar a segunda fórmula, substituindo os coeficientes da fórmula da parábola:
→ Fazendo os cálculos, temos:
→ Logo a resposta é: C=6, alternativa E.
Progressão aritmética e geométrica
A progressão aritmética (P.A.) e a geométrica (P.G.) não foge muito do que acontece com as funções. Geralmente, em uma prova mais tradicional, o enunciado começará por uma frase assim: “Em uma P.A. …”. No Enem isso também poderá ocorrer, porém, como há preferência por uma questão contextualizada, é muito possível que a banca crie situações que envolvam a P.A. Dessa forma, o aluno deve saber reconhecer a P.A., na medida em que lê e interpreta o enunciado do exercício. Abaixo temos mais uma questão.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, resolução comentada abaixo:
Montaremos uma sequência relacionada ao início de cada ciclo de atividade magnética do Sol. Temos: (1755; 1766; 1777; …) que forma uma P.A. de razão 11.
Assim, supondo que an= 2101 vem que:
1755 + (n – 1) · 11 = 2101
(n – 1) · 11 = 346
n – 1 ≅ 31,4
Logo, n ≅ 32,4 ciclos. Ou seja, 2101 se encontra no 32º ciclo de atividade magnética do Sol.
Alternativa correta: A
Estatística
Nas questões de estatística do ENEM é muito comum que apareçam questões com média aritmética, a moda ou a mediana.
Exemplo de questão retirada do Enem 2012, com resolução comentada abaixo:
Para encontrar a mediana entre vários valores, estes devem ser colocados em ordem crescente, de forma que o valor que ocupa a posição intermediária será a mediana. Como no problema apresentado são dez valores, a mediana será calculada pela média aritmética dos termos que ocupam a 5ª e a 6ª posição.
Os valores que ocupam as 5ª e 6ª posições são 212.952 e 246.875.
md= (212.952 +246.875)/2 = 229.913,5
A parte inteira desse valor é 229.913.
Logo, a parte inteira da mediana entre os dois valores será de 229.913.
Grandezas proporcionais
As questões que trabalham com grandezas podem ser cobradas como inversamente proporcionais ou diretamente proporcionais. É muito comum que sejam solucionadas com regra de três simples.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
Primeiramente, devemos ler com cautela o enunciado da questão, visto que esta pede o aumento da área e não da escala.
Assim, dividindo a maior escala (1:4.000.000) pela menor (1:25.000.000) encontra-se o valor de 6,25. Como a área varia com o quadrado da dimensão linear, tem-se que o aumento da área é dado por a²=(6,25)²≅ 39,06.
Logo, a alternativa correta é a letra D.
Porcentagem
As questões que abordam porcentagem costumam indicar um enunciado claro. Porém, muitas vezes as questões que abordam porcentagem também podem trazer outros assuntos, como a matemática financeira.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
O custo do produto é 50 reais, mas depois do desconto de 20% fornecido pela loja a todos seus clientes, o produto passou a custar 40 reais:
50 x 20/100, simplificando: 5 x 2/1 = 10 reais
(20% = 20/100)
Já com o cartão fidelidade, esse cliente, que pagaria 40 reais por determinado produto, passaria a pagar 36 reais. Ou seja, a economia adicional seria de 4 reais com o cartão fidelidade.
40 x 10/100, simplificando: 4 x 1/1 = 4 reais
Alternativa correta: letra E.
Equações 1º e 2º graus
As questões que envolvem equações de 1º e 2º graus são muito comuns e nem sempre possuem um enunciado explícito sobre o seu conteúdo. Geralmente, a questão apresenta um problema em que o aluno deve fazer uma relação entre a situação e a equação para resolver.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
Deseja-se postar cartas não comerciais, sendo:
duas de 100 g.
três de 200 g. e
uma de 350 g.
Logo:
duas de 100 g. Valor = 2 x 1,7 = 3,40
três de 200 g. Valor = 3 x 2,65 = 7,95
uma de 350 g. Valor = 1 x 4 = 4,00
Soma 3,40 + 7,95 + 4 = 15,35.
Logo, a alternativa correta é a letra D.
Trigonometria (triângulo retângulo e semelhança de triângulos)
Nas questões que abordam o conteúdo de trigonometria, o uso das relações matemáticas costuma ser bem claro a respeito do que se trata. Geralmente, a questão apresenta um desenho sobre a situação, direcionando o que o aluno deve fazer para chegar à solução.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
Áreas de figuras planas/prismas, cilindros, cones e esferas
Assim como nas questões de trigonometria, as questões de figuras planas e figuras tridimensionais (área e volume) também costumam apresentar a figura do objeto descrito no enunciado do exercício.
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
Analisando a figura apresentada na questão, temos a seguinte equação:
AC =AB=BC= 60 cm (lado do triângulo equilátero ABC encontrado a partir da união das três circunferências menores).
O centro da circunferência maior (ponto O) corresponde com o ortocentro do triângulo ABC, assim OC medirá 2/3 da altura h do triângulo.
h= (l√3)/2=(60√3)/2=30√3
OC= 2h/3=(2.30√3)/3=20√3=20.1,7=34 cm
R=10+30+OC=10+30+34= 74 cm
Alternativa correta: letra C
Análise combinatória e probabilidade
Estas questões sempre são contextualizadas e estão presentes em todas as provas do Enem. Nesse tipo de conteúdo, o exercício poderá aparecer de duas formas: cobrando o conceito ou a definição de probabilidade e em questões que envolvam contas e, por vezes, podem cobrar noções de análise combinatória. Veja os exercícios abaixo.
Exemplo de questões retiradas do Enem 2013, com resolução comentada:
Produto A Número de compradores total = 10+30+60 = 100 Probabilidade de ser sorteado um comprador de fevereiro: P1 =30/100
Produto B Número de compradores total = 20+20+80 = 120 Probabilidade de ser sorteado um comprador de fevereiro: P2 =20/120
A probabilidade de que os dois sorteados tenham feito suas compras em fevereiro de 2012 é: P1 . P2 = (30/100) . (20/120) = 600/12000 = 1/20
Alternativa correta: letra A
Exemplo de questão retirada do Enem 2013, com resolução comentada:
Nessa questão, temos 3 casos diferentes que devem ser considerados:
1º caso: As pedras nos vértices A e C com as mesmas cores e as pedras nos vértices B e D também com as mesmas cores, porém de cores diferentes das pedras A e C.
Assim, há três maneiras de escolher as cores de A e C; e duas maneiras de escolher as cores de B e D.
Assim, a quantidade de maneiras: 3. 2 = 6 (possíveis joias diferentes).
2º caso: As pedras nos vértices A e C com as mesmas cores e as pedras nos vértices B e D com cores diferentes entre si e diferentes de A e C.
(3. 2)/2= 3 (possíveis joias diferentes).
3º caso: As pedras nos vértices A e C com cores diferentes e as pedras nos vértices B e D com cores diferentes das cores de A e C.
(3. 2)/2 = 3 (possíveis joias diferentes).
No total é possível obter: 6 + 3 + 3 = 12 joias diferentes.
Alternativa correta: letra B.
Como se sair bem
O ENEM sempre traz uma variedade de questões de diferentes níveis de dificuldade e com um tempo limitado para respondê-las, assim, neste momento é preciso que você tenha estratégia: comece pelas questões mais simples, as mais fáceis de resolver e deixe as mais difíceis para responder ao final. Lembre-se que na prova do Enem as questões possuem pesos diferentes, dessa forma, você deve tentar resolver o maior número de questões possíveis.
Tenha em mente que quanto mais tempo você demorar para responder as questões mais complexas, menos tempo sobrará para você responder as questões mais fáceis, diminuindo suas chances de acerto, ok?
Este é o pior pensamento de todos que você pode ter em um ano de estudos. Pense: quantas vezes você já parou de estudar por algum motivo, seja por não estar com vontade, ou algo parecido, e depois você se arrependeu? E, ainda, quantas vezes você continuou estudando apesar de não ter vontade e depois ficou super feliz por ter feito isto e se sentiu muito bem?
A questão é que essa sensação de não ter vontade vem sempre e aparece para todos, independente de classe social. A diferença está em como lidar com esse sentimento, pois algumas pessoas vão tratar isso uma forma, seja parando de estudar e indo assistir a uma série, ou se distraindo com outras coisas, procrastinando; já outras pessoas vão persistir, seguindo o cronograma de estudos.
Em outras palavras, se você deixar a preguiça te dominar, ela dominará você. E, com o passar do tempo, você se tornará mais fraco em relação a ela. Por exemplo: se hoje você parou de estudar porque não estava com vontade, amanhã surgirá outra desculpa para alimentar a preguiça e te tirar do foco, assim, cada dia terá uma coisinha para te desviar do caminho dos estudos. Se no começo você parava de estudar por uma dor de cabeça muito forte, depois de um tempo, você vai parar por qualquer calo no pé. E quando você se deixa levar por essa vontade de não fazer nada, isto acaba virando um hábito nada saudável. É nesse momento que a Equipe do MotivaOn entra para te auxiliar no que for preciso! Estamos aqui para te animar e te manter rumo à aprovação, afastando a preguiça para longe! #motivaqueavagavem
Assim, a principal dica que temos hoje é: levante e faça o que deve ser feito! Parece uma frase simples e boba, mas é partir das pequenas atitudes que não caímos no hábito da procrastinação.
Busque efetivar as suas tarefas, elas não precisam ser necessariamente perfeitas, mas elas precisam ser cumpridas, elas precisam ser realizadas. Lembre-se que só chega ao sucesso quem treina e o treino às vezes pode ser árduo, mas ele faz parte da caminhada. Então, nesses dias que você estiver menos motivado, faça um treino mais leve, assista a uma vídeo aula, veja uma de nossas paródias, resolva um quiz, faça a revisão de algo que você já viu. A ideia é deixar doer, é fazer o que precisa ser feito mesmo que doa, como um treino físico, dentro das suas limitações e do seu tempo.
Agora, visualize a sua meta, pense na sua futura prova. Nesse dia cairá uma questão sobre um conteúdo específico. E a pergunta é: o que você vai querer neste dia? Ter revisado o conteúdo em algum momento do passado ou ter assistido àquela série tão legal? Aposto que sabemos a resposta para essa pergunta e com toda a certeza você não irá querer lembrar da série no dia de sua prova. Então, a postagem de hoje é para você saber que tudo tem um começo, e sempre dá para você começar a fazer o que precisa ser feito, você pode resistir à preguiça, resistir às tentações e as outras atividades que te tiram do foco.
Lembre-se sempre: você não precisa se inspirar para estudar, VOCÊ SÓ PRECISA COMEÇAR!
Quanto mais você for forte em resistir às coisas alheias que te atrapalham em relação aos estudos, mais você verá que é forte e, consequentemente, você verá que suas metas e seus planos estão seguindo o rumo que você tanto sonhou.
Assim como uma escada, vai chegar uma hora que você perceberá que as metas se tornarão mais fáceis de serem atingidas, porque você as colocará no topo e as cumprirá, e aí a vida será muito mais tranquila, porque você se conhecerá mais, sabendo o que precisa ser feito para alcançar os seus objetivos. Parece simples, mas é! Funciona como uma fórmula matemática, se você fez uma vez, acertou e obteve sucesso, então, por que não repetir a fórmula?
Agora uma frase do nadador Michael Phelps, que com 31 anos conquistou 37 recordes mundiais, que diz o seguinte: “Se você quiser ser o melhor, deve fazer coisas que as outras pessoas não estão dispostas a fazer.” Em outras palavras, se você quiser os mesmos resultados que todos obtêm, continue fazendo o que todo mundo faz; porém, se você quer se destacar, faça o que os outros não fazem.
Para motivar ainda mais, seguem algumas dicas preciosas que preparamos com muito carinho para você seguir rumo ao seu sucesso e fazer a diferença:
Comece o dia produtivo
Desde a hora que você acordar, esforce-se, procure fazer tudo, seja ativo, pois o restante do dia também será produtivo. Isso te dará disposição e ânimo para o restante do dia. Faça as coisas que devem ser feitas, desde arrumar a cama, pois se você começar com preguiça, o restante do dia também será preguiçoso.
Tenha um método de estudo
Descubra o seu método de estudo, isto te ajudará muito na hora de estudar e facilitará a sua aprendizagem, pois cada pessoa aprende de uma forma diferente. Ao descobrir o seu método isto te dará ânimo para estudar. Invista no seu aprendizado.
Ambiente de estudos
Tenha um ambiente para estudar de acordo com as suas necessidades e que seja agradável para que você mantenha o foco e fique longe de distrações.
Seja organizado
Manter a organização facilita no processo de aprendizagem, isto o ajudará no momento de revisar, incentivando-o a estudar mais.
Relaxe
Se você consegue estudar e escutar músicas ao mesmo tempo esta é uma ótima dica para animar os seus estudos. Porém, se você não consegue fazer isso, escute uma música antes de iniciar os estudos ou nos intervalos, pois ajudará a motivá-lo mais e mudará o seu humor na hora de estudar.
Concentração
Esta dica é voltada para você treinar o seu cérebro a aprender a se concentrar ao máximo. Escolha um conteúdo para estudar e marque, por exemplo, 3 minutos. Tente estudar, sem desfocar nenhum segundo, durante esses 3 minutos e ao tocar o fim do cronômetro, aumente o tempo para 4 minutos, e assim por diante. Essa é uma forma de você superar suas metas pessoais e, ainda, melhorar os seus níveis de concentração no seu tempo.
Divirta-se
Busque novas formas de estudo que te animem e facilitem o seu processo de aprendizagem. Como dito anteriormente, cada um aprende de uma forma diferente, assim, você pode montar diversas maneiras divertidas para revisar as matérias, tais como: mapas mentais, fichas de estudos, cartazes, mnemônicos, paródias etc. Essas ferramentas farão com que você dê sentido ao que você aprendeu, não deixando-o esquecer o conteúdo tão facilmente.
Gostaram das dicas? Esperamos que sim! Agora, nada de desânimo, bora estudar!
#motivaqueavagavem
Dayane Ribeiro da Silva
Graduada em Letras Português/Espanhol.Graduanda em Direito.
Definir a linguagem tecnicamente pode parecer simples: “É um sistema de signos e combinações que nos permite a comunicação”. Fácil não é?! Ainda bem que não conseguíssemos minimizar o poder que ela tem.
A amplitude da comunicação vai muito além da simples combinação de palavras. Talvez seja por isso que hoje se vê uma crescente procura em melhorarmos nossa habilidade comunicativa. A todo momento estamos cercados por este sistema. Em casa nas pequenas e breves conversas familiares, nas ruas, nas festas, nas escolas, no trabalho e, principalmente, junto ao aparelho que hoje faz parte da nossa vida, os celulares e suas redes sociais.(Diz aí… a comunicação não domina tudo?)
Está bem difícil hoje medir o poder que esta interação realmente alcança. Se você tem uma boa ideia, está bem mais fácil transmitir e viralizar (Olha um neologismo!). Também é possível externar seus pensamentos sobre qualquer coisa que esteja acontecendo quase simultaneamente ao fato, temos aqui o momento orgânico da linguagem. Vejo isso como resultado de estrutura social libertadora, mas esta liberdade não deve ser tratada de forma leviana, pois com palavras o trato dever ser prudente, cuidadoso e inteligente. Como disse José Saramago: “QUEM DE PALAVRAS TEM EXPERIÊNCIA SABE QUE DELAS SE DEVE ESPERAR TUDO!”
Por este motivo, abraçando esta nova possibilidade de me enriquecer com a linguagem e seu dinamismo, quero QUEM DE PALAVRAS TEM EXPERIÊNCIA SABE QUE DELAS SE DEVE ESPERAR TUDO!conversar com você sobre nossa língua e suas riquíssimas nuances. Esta coluna falará sobre a importância do domínio linguístico, mas principalmente tentar desmistificar a ideia de nossa língua é difícil… não concordo! Nossa língua é RICA, recheada de possibilidades e significados, nossa meta deve ser conhecê-la, usá-la, manipulá-la e saber aplicá-la.